Colocar sal no fundo da lata de lixo: por que é necessário pelo menos uma vez por semana

 



Do Portal 6 - A lixeira da cozinha costuma ser um daqueles itens que só recebem atenção quando o problema já apareceu. Mesmo com a troca frequente do saco, não é raro que o recipiente continue com cheiro desagradável, principalmente em casas onde há descarte constante de restos de comida, cascas, embalagens úmidas e pequenos resíduos orgânicos.


O que muita gente não percebe é que o mau cheiro nem sempre vem apenas do lixo acumulado.


Em muitos casos, ele surge da umidade que fica no fundo da lata, seja por vazamentos no saco, resíduos líquidos ou sujeiras quase imperceptíveis que se acumulam com o passar dos dias.


É por isso que um truque simples tem ganhado espaço entre as dicas de limpeza doméstica: colocar sal no fundo da lata de lixo pelo menos uma vez por semana


A recomendação se popularizou porque o sal pode ajudar a absorver parte da umidade acumulada na base do recipiente.


Com o fundo mais seco, a tendência é que os odores fortes demorem mais a aparecer, especialmente quando o lixo envolve resíduos orgânicos.


O ideal é aplicar uma pequena camada de sal depois de lavar e secar bem a lata, antes de colocar um novo saco.


Com o passar dos dias, o ingrediente perde parte da eficácia, justamente por entrar em contato com a umidade. Por isso, a troca semanal é apontada como uma forma de manter o efeito por mais tempo


Algumas pessoas também combinam o sal com bicarbonato de sódio, outro ingrediente bastante usado em truques caseiros contra odores.


Enquanto o sal atua principalmente na umidade, o bicarbonato pode ajudar a amenizar cheiros mais intensos.


Apesar disso, o hábito não substitui a limpeza regular da lixeira. O recipiente deve ser lavado com frequência, completamente seco antes do uso e mantido longe do acúmulo de líquidos.


Também é importante evitar deixar restos de comida por muitos dias, já que isso favorece a proliferação de bactérias e intensifica o cheiro ruim.

Nova Cruz oficial 

Críticas de Zema a Flávio abrem debates no PL sobre alianças com Novo

 


As duras críticas de Romeu Zema a Flávio Bolsonaro abriram um debate entre lideranças e parlamentares no PL acerca das alianças estaduais da sigla com o Novo, especialmente no Sul do país. Há quem defenda uma suspensão dos acordos feitos até que os presidentes nacionais dos partidos sentem e conversem sobre a relação dos dois pré-candidatos à Presidência da República.


A perspectiva é de que o PL não fará nada “no calor do momento” nesta semana e esperará para avaliar melhor o cenário. Portanto, ainda não há uma definição — e nem mesmo consenso sobre o que fazer. Dentro da equipe de Flávio, por exemplo, há quem defenda manter as alianças já costuradas normalmente.


No Rio Grande do Sul, PL e Novo oficializaram uma aliança em torno da pré-candidatura de Luciano Zucco (PL) ao governo estadual. Já em Santa Catarina, a chapa estadual envolve o governador Jorginho Mello (PL) com Adriano Silva (Novo). Por fim, no Paraná, Deltan Dallagnol (Novo) pretende sair a uma vaga ao Senado com o apoio de Sergio Moro (PL), que deverá concorrer a governador.


O debate interno no PL começou diante de que, na avaliação de parte de integrantes do partido, Zema passou do ponto em suas críticas a Flávio, após a revelação das mensagens deste com o ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro — com cobrança de dinheiro que seria destinado a um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).


Para uma ala de parlamentares do PL, é inaceitável que um pré-candidato concorrente, mas também do campo da direita, tenha atacado tão duramente Flávio, sobretudo quando ainda havia discussões acerca de Zema compor a chapa como vice.


Em vídeo publicado nas redes sociais na quarta (13), Zema disse que ouvir Flávio cobrando dinheiro de Vorcaro é “imperdoável”, além de a situação ser “um tapa na cara dos brasileiros de bem”.


“Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, acrescentou.


A fala de Zema foi um cálculo eleitoral do político apostando em atrair os eleitores de direita descontentes com a atitude de Flávio, mas não contou com consenso nem mesmo dentro do Novo.


O presidente do diretório do Novo em Santa Catarina, Kahlil Zattar, divulgou nota em que afirma não ter havido alinhamento prévio com Zema e sua equipe, embora defenda a continuidade das investigações relacionadas ao Banco Master e a instalação imediata da CPI da instituição financeira liquidada. Ainda, considera que o vídeo do mineiro foi “divulgado de maneira precipitada e desnecessária pela equipe de comunicação de campanha”.


Zattar reafirma que a aliança entre Jorginho Mello e Adriano Silva “permanece sólida, baseada em diálogo, convergência de princípios e compromisso com resultados”.


Outro fator de desgaste entre os partidos foram críticas do deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP), ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, a Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ex-deputado federal, e Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL. Salles se sentiu preterido por caciques bolsonaristas em meio a disputas de candidaturas ao Senado na direita paulista.


Há no PL quem defenda, inclusive, uma cobrança de eventual pedido de desculpas de Salles, o que parece ser bastante improvável de acontecer pelo andar das farpas públicas.


CNN

Cláudio Castro, ex-governador do RJ, e dono da Refit são alvos de operação da PF

 


O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), é alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (15). O empresário Ricardo Magro, dono da Refit, também. A ação, segundo apurou o SBT News, investiga um esquema de fraude em benefícios fiscais.


Castro é alvo de mandados de busca e apreensão. Já Magro é alvo de um mandado de prisão. Segundo a PF, além de 17 mandados de busca e apreensão, também são cumpridas sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federa.


O dono da Refit, que mora nos Estados Unidos, foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo internacional para compartilhamento de informações de foragidos internacionais.


A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, conhecida como ADPF das Favelas.


Segundo a PF, a Operação Sem Refino foi deflagrada para apurar possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação da Refit. A refinaria é suspeita de “utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”.


O STF ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.


Refit

A Refinaria de Petróleos Manguinhos (Refit) foi alvo da operação Poço de Lobato, em novembro de 2025, que identificou um mecanismo sofisticado para ocultação de lucros por meio de empresas do próprio grupo, fundos de investimento e estruturas offshore. De acordo com a Receita Federal, o grupo teria movimentado mais de R$ 70 bilhões em um único ano.


A Refit figura entre os maiores devedores contumazes de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do país, liderando o ranking em São Paulo, ocupando a 2ª posição no Rio de Janeiro e aparecendo também entre os maiores devedores da União.


Em janeiro, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) decretou a interdição total da refinaria após uma nova fiscalização apontar falhas graves nos sistemas de segurança industrial, sobretudo no combate a incêndio. Até então, a unidade estava parcialmente interditada desde 2025.


Na ocasião, apenas a torre de refino havia sido proibida de operar, enquanto os tanques usados na formulação de combustíveis seguiam em funcionamento. A nova inspeção levou a ANP a concluir que a refinaria não tem capacidade técnica para responder a cenários relevantes de incêndio, o que representa risco grave e iminente à vida de trabalhadores e terceiros.


SBT

Criança é internada em Natal com infecção bacteriana e família associa caso a detergente

 


Uma criança de 10 anos está internada na UPA Pajuçara, na Zona Norte de Natal, com quadro de infecção bacteriana generalizada. Familiares da paciente afirmam que os sintomas de inchaço e coceira começaram na quarta-feira (6), após a menina ter contato com um detergente da marca Ypê pertencente ao lote com numeração final 1.


A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) informou que, até o momento, não há constatação técnica de ligação entre o quadro clínico e o uso do produto. A causa da infecção permanece sob investigação. A paciente aguarda transferência para o Hospital Infantil Varela Santiago por meio do sistema de regulação estadual para a realização de exames detalhados.


O relato da família ocorre após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinar, no dia 7 de maio, o recolhimento e a suspensão da venda de 24 produtos da Química Amparo (Ypê). A medida foi motivada pelo risco de contaminação por microrganismos em lotes específicos terminados em 1.


De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o caso é acompanhado pela vigilância epidemiológica. A Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa) informou que, até esta data, não houve apreensão de produtos dos lotes citados pela Anvisa nos municípios do Rio Grande do Norte. A fiscalização na capital é de responsabilidade da Vigilância Sanitária Municipal.


Em nota, a marca Ypê informou que se reuniu com a Anvisa na terça-feira (12) para apresentar laudos técnicos de microbiologia e medidas implementadas nos processos de fabricação. A empresa solicitou à agência a manutenção do recurso que suspende a interdição dos produtos até que a documentação apresentada seja integralmente analisada. A conclusão da avaliação da Anvisa está prevista para esta sexta-feira (15).


Novo Notícias

Allyson Bezerra lidera disputa pelo Governo do RN com 35,5%; Álvaro Dias tem 22,9%, Cadu 6,6%, aponta Metadata/Grupo Dial

 


A pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta quarta-feira (13) mostra o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), na liderança da disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte com 35,5% das intenções de voto no cenário estimulado.

Na segunda colocação aparece o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), com 22,9%.


O ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), registra 6,6% das intenções de voto e aparece em terceiro lugar no levantamento.


O professor Robério Paulino soma 1,4%, enquanto Dário Barbosa aparece com 1,1%. Já Karlo Rodrigo Lúcio Vieira registra 0,7%.


Os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato representam 17,4% do total entrevistado. Outros 14,3% disseram não saber ou preferiram não responder.

98 FM