Bomba: Prefeita de Tibau deve mais de R$ 300 mil reais a empresário de Caraúbas, RN; Caixa 2?



  A prefeita de Tibau Lidiane Marques anda com um débito milionário com empresário da cidade de Caraúbas, Oeste do RN.Notícias locais Caraúbas


Segundo informações, o débito foi contraído para a campanha de reeleição da gestora e passa da casa dos R$ 300 mil reais, nossa!


O marido sabe de tudo, aponta a fonte!


Bora pagar à conta do homem dona Lidiane Marques!!!


Tem outra história feia seu moço!!!!



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BLOG DO MARCOLINO


Prazo de Lula acaba e Congresso promulga nova lei sobre dosimetria de penas

 


O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a nova lei que cria a dosimetria de penas para condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023. A promulgação será publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União).


A nova legislação foi assinada depois de o Congresso derrubar, na semana passada, o veto presidencial ao projeto. O Palácio do Planalto foi comunicado sobre a rejeição do veto na segunda-feira (4), mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu deixar para o Legislativo fazer a promulgação.


De acordo com a Constituição, o Planalto tem prazo de 48 horas para a promulgação após a derrubada de um veto. Se o presidente não faz a assinatura, o texto volta ao Congresso.


“Compete ao presidente do Senado Federal promulgar a lei quando o presidente da República não o faz no prazo constitucional de 48 horas. Com a publicação do ato de promulgação, o texto passa a integrar o ordenamento jurídico nacional”, informou a assessoria do Senado.


A promulgação é o ato formal de declaração da existência de uma nova lei e deve ser publicado no Diário Oficial da União. A lei passa a ter validade após essa oficialização.


Como a CNN mostrou, o governo já havia sinalizado que não deixaria a sua marca em um projeto que diminui as penas para os condenados pela invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.


Lula assinou o veto ao projeto de lei em 8 de janeiro deste ano, no aniversário de três anos dos atos de intenção golpista.


Agora, com a vigência da nova lei, as defesas dos condenados poderão solicitar a redução de penas ao STF (Supremo Tribunal Federal).


cnn

PSDB se aproxima da base governista e avalia espaço na chapa de Cadu Xavier

 


O PSDB do Rio Grande do Norte intensificou nas últimas semanas as conversas com o grupo político ligado ao pré-candidato ao Governo do Estado, Cadu Xavier (PT), e foi formalmente convidado a integrar a chapa majoritária governista para as eleições de 2026. A informação foi confirmada por interlocutores envolvidos nas articulações políticas ouvidos pela reportagem.


Segundo apuração, o convite partiu de integrantes da coordenação política da pré-campanha governista e teve como destinatários o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e a deputada estadual Cristiane Dantas. Ambos, no entanto, não teriam demonstrado interesse em ocupar a vaga de vice-governador na composição encabeçada por Cadu Xavier.


Apesar da não demonstração inicial de composição com o espaço de vice, o PSDB mantém abertas e intensificou as negociações com o campo governista. O movimento ocorre em meio ao entendimento interno de que a legenda pretende priorizar um projeto competitivo para o Senado Federal em 2026. Lideranças tucanas avaliam que o partido pode ampliar seu espaço político em uma composição majoritária sem necessariamente ocupar a vice-governadoria.


De acordo com fontes ligadas às conversas, reuniões sucessivas nas últimas horas discutiram o posicionamento oficial do PSDB para a disputa eleitoral do próximo ano. Os encontros são tratados internamente como decisivo para definir os próximos passos da legenda no cenário estadual.


Nos bastidores, aliados do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), afirmam que o grupo político não trabalha com a possibilidade de composição com o PSDB neste momento. Já entre interlocutores ligados ao ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), a avaliação é de que as chances de aliança com os tucanos são consideradas reduzidas, mas, ainda possíveis.


O avanço das tratativas entre PSDB e governismo reforça a reorganização do tabuleiro político potiguar às vésperas do período de definições partidárias, em um cenário de disputa antecipada por alianças estratégicas para a eleição estadual de 2026.


98FM

Rendimento dos brasileiros bate recorde de R$ 3.367 em 2025, aponta IBGE

 


O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012. 


Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil também subiu a um recorde de R$ 2.264 em 2025, alta de 6,9% em relação a 2024.


Houve melhora em todas as faixas de renda, porém a desigualdade teve ligeira alta em 2025, após ter descido ao piso histórico em 2024. Em meio ao mercado de trabalho aquecido e aos juros elevados remunerando mais aplicações financeiras, os brasileiros mais ricos tiveram ganho maior do que os demais estratos da população.


“A população de maior renda teve crescimento acima da média populacional, apesar de a renda ter crescido para todos os estratos. Não houve piora da renda. O topo da pirâmide teve um crescimento acima da média populacional”, explicou Gustavo Geaquinto Fontes, analista da pesquisa do IBGE.


A renda média real domiciliar per capita dos 10% mais pobres do país subiu 3,1% em 2025 ante 2024, já descontada a inflação do período. Apesar da melhora, o resultado significa que essas pessoas sobreviveram com apenas R$ 268 mensais, o equivalente a R$ 8,93 por dia no ano passado.


Ao mesmo tempo, a variação no rendimento médio per capita ocorreu com maior intensidade no limite superior da distribuição: os 10% mais ricos tiveram um ganho de 8,7%, para R$ 9.117 mensais por pessoa da família.


Se considerados apenas os integrantes da fatia 1% mais rica da população brasileira, a renda per capita foi de R$ 24.973 em 2025, 9,9% maior que a de 2024.


Fontes lembra que a parcela mais pobre da população é alvo prioritário de benefícios sociais, que não tiveram reajuste relevante no ano passado.


Por outro lado, podem explicar o ganho maior de renda entre os mais ricos o avanço na remuneração de trabalhadores mais qualificados em um mercado de trabalho aquecido, os juros altos proporcionando mais retorno a aplicações financeiras e o rendimento proveniente de aluguéis também em trajetória ascendente.


“Teve a questão do mercado de trabalho, pode ter rendimento de outras fontes, como as aplicações financeiras e o rendimento de aluguel, que teve aumento importante em relação a 2024. Parte dessa alta renda tem rendimento de aluguel, investe em imóveis”, disse Fontes. “Esse período de juros mais elevados e maior rentabilidade de algumas aplicações pode sim contribuir para a renda desses domicílios de rendimento alto. Essa parte da população pode ter sido beneficiada por essas aplicações.”


O pesquisador pondera que, considerando um período mais longo, o quadro se inverte. Em relação ao pré-pandemia, também houve aumento do rendimento domiciliar per capita em todas as faixas de distribuição, mas o crescimento foi mais significativo entre os mais pobres.


O aumento do rendimento médio alcançou 78,7% entre os 10% mais vulneráveis em 2025 ante 2019, enquanto os 10% mais ricos tiveram um ganho de 11,9%. Na média da população, a renda cresceu 18,9%.


“Em relação a 2019, as classes mais baixas cresceram bem mais a renda, e a de maior renda foi a que menos cresceu. A situação muda de acordo com o período de referência que a gente está olhando. Se a gente olhar o mercado de trabalho, a gente vê que essas classes mais baixas tiveram ganho de renda importante. Teve também reajuste do salário mínimo e os programas sociais do governo”, explicou.


Desigualdade tem ligeira alta


O índice de Gini do rendimento médio domiciliar per capita de todas as fontes – indicador que mede a desigualdade de renda, numa escala de 0 a 1, em que, quanto mais perto de 1 o resultado, maior é a concentração de riqueza – subiu de uma mínima histórica de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025, mas permanece ainda significativamente abaixo do registrado em 2019, de 0,543.


“A gente não nota uma tendência clara de elevação. Em 2025, teve essa leve oscilação para cima, mas, mais uma vez, se mantendo abaixo dos níveis anteriores a 2024, se mantendo próximo da mínima histórica”, avaliou Fontes.


A renda permanece bastante concentrada no Brasil. Os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos em 2025.


Os 10% mais ricos concentravam 40,3% de toda a massa de rendimentos domiciliares, o que significa um bolo maior do que a parcela de 32,8% auferida pelos 70% mais pobres juntos.


A massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita atingiu um ápice de R$ 481,389 bilhões em 2025, crescimento de 7,3% em relação a 2024.


Com informações da CNN.

Rogério Marinho destaca crescimento de Flávio e afirma que Lula “perdeu capacidade de governar”

 

O senador Rogério Marinho (PL-RN) classificou a rejeição de Jorge Messias pelo Senado Federal como o equivalente a um “voto de desconfiança” parlamentarista, em entrevista ao programa Contraponto, da 96 FM, com o jornalista Diógenes Dantas. “Em 130 anos de República, foi a primeira vez que o Senado rejeitou uma indicação para o Supremo Tribunal Federal. Se vivêssemos no parlamentarismo, esse governo teria caído”, afirmou. Para ele, o episódio marcou o fim prático da capacidade de articulação e governabilidade de Lula. “Alguns falam até em humilhação”, acrescentou.


Marinho identificou dois recados simultâneos na votação. O primeiro é a derrota política de Lula, que não conseguiu reunir os votos necessários para emplacar seu indicado na mais alta corte do país, expondo a fragilidade de sua relação tanto com o Senado quanto com a Câmara Federal. O segundo, e para Marinho igualmente importante, é a reação do Congresso contra o que chamou de “hipertrofia” do STF. “O Congresso está extremamente incomodado com o gigantismo do Supremo, que invade competências e prerrogativas do Poder Legislativo”, declarou.


O senador conectou a crise institucional ao cenário eleitoral. Na sua leitura, um presidente que perde a capacidade de indicar um ministro ao Supremo é um presidente que já não governa de fato. A rejeição de Messias, combinada com a resistência do Congresso nas CPIs e o desgaste econômico do governo, compõe o quadro de um mandato em decomposição. “Lula perdeu a governabilidade. E as pessoas sentem isso no supermercado, não apenas em Brasília”, afirmou Marinho, atando a crise política à crise de bolso dos brasileiros.


Marinho encerrou dizendo que a nova indicação de Lula ao STF será um teste definitivo. Se o presidente insistir em nomes alinhados ao projeto de poder petista, enfrentará nova resistência. Se recuar, admitirá publicamente a derrota. “O Senado deu o recado. Agora é ver se Lula entendeu”, concluiu.


96FM